segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Resenha: Viagens de Gulliver

 Viagens de Gulliver, Jonathan Swift

Esse livro, apesar de ter apenas 136 páginas, fez com que eu empacasse na leitura. Lembrando que, esse não é o texto original, é uma adaptação, então podem ter cortado partes da narrativa.

O livro fala sobre um médico de bordo, que sempre gostou de viajar, Gulliver, que devido à muitas situações desastrosas, sempre acaba chegando numa ilha com a qual nunca imaginou que existiria.

Dentre suas muitas viagens, o aventureiro Gulliver chega em Lilliput, uma terra onde ele é um gigante (capa), Brobdingnag, onde é tudo ao contrário de Lilliput, Gulliver é um anão, que sofre nas mãos de gigantes da corte real. Gulliver visita também Laputa, a ilha voadora onde todos são viciados em matemática, a saúde do Sol e música e por fim Houyhnhnms (eu nunca vou saber a pronuncia disso),uma terra onde os cavalos são inteligentes e civilizados e os humanos irracionais.

Gostei bastante desse livro! A capa é bem feia, na minha opinião, apesar de coerente com o público alvo da adaptação, infanto juvenil.

A adaptadora fez com certeza um ótimo trabalho, a narrativa ficou fácil e rápida para o leitor, que provavelmente deve ser jovem e precisa do famoso "livro das quatro páginas e ilustrações".

Por falar em ilustrações, o livro contém sim ilustrações, mas não são tão bonitas quanto ao do Romero Cavalcanti, que fez as ilustrações d'O Fantasma de Canterville edição da Casa da Palavra.

A obra torna-se interessante pelo autor "convencer" o leitor de que aquela ilha realmente existe. Jonathan Swift fez a lição de casa no fator "construção" dessas ilhas, aparência, forma de governo, desenvolvimento econômico, etc.

Existem poucos pontos negativos negativos nesse livro, e o tema, além de diferente, é bem abordado por Swift.

De certa forma, Viagens de Gulliver tem vários finais, quando Gulliver vai embora desses magnificos lugares. Só acho que o autor foi diretamente ao ponto principal, sem nenhuma introdução na vida de Gulliver, sua família e outras coisas.

Nota: 8,6

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Tag: Doenças Literárias

Essa tag foi criada pela SarawithnH e "reproduzida" pela Giu Fernandes, do Amount of Words. Bom, eu tirei uma das perguntas que é Ciclo Menstrual: Um livro que você relê sempre, porque eu não releio muitos os meus livros, mas eu gostaria. Como eram 9 e eu tirei uma, acrescentei mais duas para ter 10, que são bulimia e trauma.

Diabetes: Um livro muito doce
Marcada

Marcada com certeza se encaixa nessa categoria. Zoey é tão hipócrita e boba, ela beija o ex-namorado quando está com outro cara que ela se apaixona e que ainda nas primeiras 150 páginas do livro estava praticamente fazendo sexo no corredor com a Aphrodite. Além disso, a ingenuidade que na verdade não existe nela e Stevie Rae só contribuem para o não tão bom desenvolvimento desse livro.

Catapora: Um livro que você leu e que não lerá de novo
Olhos de Ver

Nesse livro, a autora, Tatiana Belinky, aspirante a Audrey Hepburn tenta narrar suas mais inusitadas histórias, as quais nem de longe são tão interessantes como as de Walcyr Carrasco. Já reli esse livro, mas nada nesse mundo vai fazer com que eu mude minha opinião quanto a isso.

Gripe: Um livro que se espalhou como vírus
Gossip Girl: Eu Sempre Vou Te Amar

Gossip Girl é realmente um vírus que se espalhou pelo mundo mostrando a vida fabulosa de adolescentes fabulosos que vivem fabulosamente numa utópica Manhattan, tanto é que, dia 26 de janeiro é comemorado o Dia da Gossip Girl.

Asma: Um livro que te tirou o fôlego
Pegasus e o Fogo do Olimpo

As últimas 100 páginas do livro salvaram a extrema decepção que tive com as primeiras 200 páginas do livro que definitivamente me surpreenderam e eu espero que o segundo livro dessa série de mitologia romana não chegue ao ponto do tédio que senti lendo aquelas páginas.

Insônia: Um livro que tirou o sono
Para Sempre

Quando comecei a ler, não estava tão interessante realmente, mas com o passar das páginas, eu não parava de pensar o que aconteceria, e foi isso que fez da série Os Imortais uma das minhas preferidas, eu completa e parte dela autografada pela Alyson Noël.

Amnésia: Um livro que você leu mais não lembra muito bem
Elixir

Não me lembro exatamente do que aconteceu e de várias outras coisas desse livro, porque alguns motivos que podem ser considerados spoilers, mas eu vou contar: A autora põem os mocinhos da série logo no primeiro livro numa cama, e eu, particularmente odiei o Sage, sou muito mas Ben, e acho que isso fez com que o livro passasse meio "em branco".

Má Nutrição: Um livro que faltou conteúdo de reflexão
Os Seis Signos da Luz

Outro livro que passou em branco, e que faltou conteúdo de reflexão. Esse livro, realmente me decepcionou, apesar de eu não ter grandes expectativas com essa série. Estou um tanto quanto hesitante para ler Sobre o Mar e Sob a Pedra e a Feiticeira Verde. 

Doenças "exóticas": Um livro que te leva para outro mundo
Jogos Vorazes

Esse livro me trouxe muitas emoções diferentes: raiva, felicidade, harmonia, tristeza e etc. A questão é que, todas essas emoções foram proporcionadas por esse mundo totalmente novo e bem construído que Suzanne Collins escreveu com base no mito de Teseu.

Bulimia: Um livro que você devorou
Infinito

Devorei esse livro em menos de 16 horas, parando pra comer e ir ao banheiro. Esse livro com certeza é o melhor da série Os Imortais, porque é uma mistura do romance do primeiro, do mistério do segundo, a decepção do terceiro, a tristeza do quarto e a ação do quinto.

Trauma: Um livro que te fez chorar muito

Esse com certeza foi um livro om o qual eu chorei durante as últimas frases. E muito! Mas, a questão é que, não é triste, e sim comovente, a ponto de fazer você chorar, como eu, discretamente, ou como a Alice no País das Maravilhas, até desidratar

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Mudanças!

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Devido à minha idiotice de ler muitos livros com adaptacões cinematográficas e telegráficas (ou não, sei lá se é essa a palavra), poucas semanas estão tendo Elenco dos Sonhos e post na quarta, por isso, eu decidi que nos dias em que não tiverem Elenco dos Sonhos, eu farei algo diferente como fazer post como Tags e vídeos da semana que outros blogueiros postaram e que eu gostei. Lembrando, que, não será sempre, apenas nas quartas em que não houverem Elenco dos Sonhos.

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Resenha: Princesa Apaixonada

 Princesa Apaixonada, Meg Cabot

Podem haver spoilers de O Diário da Princesa e Princesa sob os Refletores!

Depois de descobrir quem é seu admirador secreto, Mia comeca a namorá-lo. O problema é que, ela descobriu que ama Michael, o irmão da sua melhor amiga que aparentemente, está namorando Judith Gershner, uma garota da mesma idade dele, mais esperta que Mia e que sabe clonar moscas da fruta.

Droga! E, além disso, faltam menos de dois meses para Mia ser apresentada oficialmente como princesa de Genovia para o povo o qual ela vai governar um dia. Então, de repente, Sebastiano, o primo estilista de Mia, que, segunda ela, quer matá-la pra ficar com o trono, só que no final, Bruce Willis vai salvá-la e mandar aquele viciado em caf (café, porque seu sotaque genoviano estupido o impede de falar certo) pra cadeia.

Nesse livro, a história é melhor desenvolvida, deixando mas pontos abertos que até o fim do livro são fechados, para que em Princesa à Espera, Meg fale apenas sobre Genovia.

A narrativa que envolvia "Eu sou uma aberracão" aparentemente desapareceu por Mia provavelmente não se sentir tão insegura, agora que não é a única garota da escola que não tem namorado, isso faz com que a história possa ser melhor desenvolvida. As doses de humor se superaram nesse livro, apesar do amor de Mia ser o maior assunto desse livro.

Os personagens também evoluíram, como a o Josh, que quase não é citado no livro, Boris, que até então era um personagem não muito explorado e Tina, que foi, na verdade, a melhor amiga de Mia nesse livro porque Mia tinha vergonha de falar com Lilly sobre sua paixonite por Michael.

Como a autora desenvolveu todo o enredo, me surpreendeu, pois, no primeiro livro Meg dosou com determinadas coisas, no segundo, uma dosagem parecida e no terceiro, foi tudo totalmente diferente.

O final, muito Meg Cabot, acabou, assim como nos outros dois livros, com um baile, onde ocorrreram muitas emocões e quase lágrimas que não rolaram apesar de tudo.

Esse livro não me decepcionou, recomendo O Diário da Princesa, e espero que o quarto livro seja como esse, me surpreenda.

Nota: 9,7

domingo, 30 de setembro de 2012

Lembranças de Infância

"Esse texto faz parte da blogagem coletiva promovida no Depois dos Quinze"

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Bom, eu não sei exatamente sobre o que vou falar nesse post, porque, tecnicamente, ainda estou na minha infância segundo alguma pessoa que eu não faço ideia disse que "A infância vai até os doze anos".

Eu diferentemente dessa pessoa imbecil, acredito que ainda sou criança porque ainda não tive um surto desgraçado de crescimento, virando um gorila que se barbeia duas vezes por dia.

Na verdade, idade cronológica é uma ideia ridícula, pois a minha idade mental é de uma pessoa de 50 anos presa ao corpo de uma criança esquisita, estudando numa classe repleta de uma cambada de débeis.

A verdade, é que eu, nunca fui do tipo "Gostosão popular", e sim do tipo "Quem foi o hipócrita e medíocre que encostou no meu livro autografado?"; e por isso, eu sempre fui levemente "excluído" pela cambada de débeis que nunca sequer me deu a real atenção que eu merecia, apesar de todo mundo dizer que é difícil se relacionar comigo devido a minha genialidade fala poética demais.

E, de alguma forma, esse meu "modo" de aluno exemplar sempre impressionou os professores, que faziam questão de dizer que eu era genial. Okay, não era EXATAMENTE assim, mas era quase isso.

E ser o queridinho dos professores, fazia eu me sentir melhor, mesmo sem muitos amigos.

Foi dessa "solidão", que eu desencadeei minha paixão por seriados e livros. Comecei assistindo Gossip Girl, Desperate Housewives, Simpsons...

Depois, fui aos poucos, desenvolvendo paixão pelos livros, começando com biografias de artistas da moda até a ficção e fantasia.

E foi a partir dessa gostosa experiência que é ler, eu percebi que também tinha afinidade para escrever, mas eu não tenho criatividade para temas, e sim desenvolvimento de determinado tema.

Por isso, sempre leio poesias para me inspirar e tenho as minhas também.

E ser essa pessoa culta e com um vocabulário farto me satisfaz muito, e eu nunca gostaria de ser outra pessoa.

Minha infância pode não ter sido das melhores, mas isso só fez com que eu encontrasse coisas que tornassem ela uma infância melhor. E é muito bom saber que já na infância descobri muitas de minhas paixões.

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Resenha: Gossip Girl


Sim, aproveitando que já resenhei um dos livros, por que não resenhar a série?

Apesar do começo, ser perfeitamente igual, a série segue outro ritmo. Como, por exemplo, a Blair ter cabelo longo em todas as temporadas, a Serena também não volta para fazer festa, Chuck não tem mãe, nem irmão, Jenny nunca quis ser artista plástica na série, e sim estilista, Dan não é um maluco preste a cometer suicídio, Nate não é viciado em maconha e Vanessa não foi estudante da Constance Billard e não é ser careca.



segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Resenha: Gossip Girl Psycho Killer

Gossip Girl - Psycho Killer Gossip Girl Psycho Killer, Cecily von Ziegesar

Nesse spin-off de Gossip Girl, Serena, depois de fazer sexo com Nate, assim como no primeiro livro, vai para o internato europeu (ou não, eu nunca entendi se ela foi para um internato europeu ou americano), onde começa a tramar um plano para retomar a amizade com Blair.

Entre um pensamento e outro, Serena decide que matar Nate seria a coisa certa a se fazer, afinal "Duas pessoas podem guardar um segredo, se uma delas estiver morta".

Então, Serena, A Maléfica com M maiúsculo coloca veneno de esquilos na maconha de Nate.

Depois de um terrível acidente, várias mortes e 200 páginas, Serena percebe que não se trata de sua relação com Nate, e sim de Blair, e percebe que é Blair que deve ser eliminada.

O livro é fantástico! Adorei como a Cecily desenvolveu um livro com base em outro. Me surpreendi, porque  no geral, Gossip Girl, é algo, além de sem muito "conteúdo", "fútil" digamos assim. E, não sei se no primeiro livro também é assim, mais em Psycho Killer, há pouquíssimas citações de marcas.

Cecily também me surpreendeu nas partes de ação. Existe tanta ação nesse livro, que parece que as Delícias da Fofoca foi feito especialmente para esse mash-up.

A capa do livro, na minha opinião, ficou linda! Porque, assim como o livro em si, a capa é a mesma de As Delícias da Fofoca, só que cheia de sangue. Existe também os detalhes quase impercebíveis, como a faca e uma das unhas da Isabel, a garota da esquerda, está quebrada.

A narrativa desse livro é rápida, mas fica apertando muito a tecla "Sangue! Sangue! Sangue!"! Claro que o livro fala sobre isso, mas a Cecily insiste em falar "Blair queria que o sangue jorrasse!", "Serena estava doida por sangue!"

Uma coisa que eu percebi, é que só os personagens secundários morrem no livro, e apenas um principal, mas que eu tenho certeza que todo mundo tinha vontade de matá-lo. Na verdade, em todos os livros do Gossip Girl, dá vontade de matar uma dúzia de personagens. E foi exatamente isso que a Cecily fez!

Eu não sei de onde a Cecily tirou a ideia de matar todo mundo, mas, na minha opinião, foi genial! A Cecily com certeza, daria uma ótima escritora policial. E acho que foi disso que eu gostei! von Ziegesar soube dosar a parte de intriga e fofoca com assassinatos e aves de rapina (leiam e entendam, meus caros).

E o romance que a Cecily colocou em As Delícias da Fofoca, que é pequeno, ficou muito bom, numa sutilidade extrema que ficou ótima!

O final do livro foi bem, satisfatório é a palavra. Era um tanto quanto previsível, mas, foi interessante a leitura por fazer com que minha opinião sobre a escrita da Cecily mudasse, classificando-a como uma autora brilhante.

Recomendo muito a leitura!

Nota: 9,6

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