Podem haver, pequenos spoilers sobre o filme e só um do livro.
O livro O Diário da Princesa é um livro que todo mundo já ouviu falar, que já rendeu até 2 filmes da Disney (que por sinal, não é tão bom quanto o livro) com Anne Hathaway.
O Diário da Princesa é uma série de livro composta por O Diário, Sob os Refletores, Apaixonada, À Espera, de Rosa-Shocking, Em Treinamento, Na Balada, No Limite, Mia e Para Sempre.
Lembrando que estão sem a palavra Princesa no título dos livros acima citados.
O livro fala sobre uma garota, Mia mais conhecida como Amélia Mignonette Grimaldi Thermopolis Renaldo, que aos 16 descobre ser princesa de um país da Europa, Genóvia, um país pequeno, de em média 10 quilômetros quadrados, isso porque, se não fosse filha única, não seria a princesa. Explicarei melhor.
A história do filme e do livro são diferentes.
No filme é explicado que o pai dela morreu, mas não. No livro, é explicado que, o pai de Mia, era muito jovem quando a mãe dela deu à luz, e como estavam se separando, seu pai pensou que se casaria novamente e teria outros filhos, mas não teve.
Até que descobrimos que ele tem um câncer no testículo, então não pode ter mais filhos, por isso, Mia deve subir ao trono.
Primeiro, o design do livro. A foto do livro acima, é das novas edições que, na minha humilde opinião, são 10 vezes mais bonitas que as antigas. Só pra constar, as partes da coroa, o fecho do diário e o nome da autora são brilhantes em prata. E a parte onde está escrito "princesa" é brilhante também. Por dentro não tem nada demais.
Eu já tinha lido livros em formato diário, que fala o que aconteceu em cada dia ou horas do dia, o que "ajudou". Estar na cabeça da Mia é muito interessante porque, como ela diz no filme "Aos 16 a maioria quer um carro, e não um país!". A narrativa é simples e rápida, indo direto ao ponto sem metáforas ou comparações.
Os personagens são cativantes. Principalmente porque, seus defeitos estão sempre muito claros, eles não são perfeitos o que os deixam mais reais. Apesar disso, são também muito diferentes uns dos outros, tanto fisicamente quanto mentalmente.
O tema é diferente. Com certeza na época pelo menos não havia nada igual no mercado literário. Apesar do estilo, "garota-invisível-é-apaixonada-pelo-garoto-popular-que-nem-sabe-quem-ela-é" e "bonitos-populares e nerds-esquisitos" serem clichês, a autora aborda de forma muito legal tudo isso.
O final foi muito fofo. Confesso, isso se deve a certo garoto que começa com M e termina com ichael e também tive raiva de outro garoto que começa com J e termina com osh Richter (o sobrenome é repetido muitas vezes, por isso o leve sarcasmo).
Nota: 8,2
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